Ao rosto vulgar dos dias – The ordinary face of day to day

Monstros e homens lado a lado,

Não à margem, mas na própria vida.

Absurdos monstros que circulam

Quase honestamente.

Homens atormentados, divididos, fracos.

Homens fortes, unidos, temperados.

Ao rosto vulgar dos dias,

A vida cada vez mais corrente,

As imagens regressam já experimentadas,

Quotidianas, razoáveis, surpreendentes.

Imaginar, primeiro, é ver.

Imaginar é conhecer, portanto agir.

Alexandre O’Neill

 

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~ by Filipe Barroso on January 27, 2012.

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